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CONTA QUE EU CONTO O CONTO: Viciei minha empregada no sexo anal

















Ontem foi dia de faxina aqui em casa e olhando a empregada que minha mulher arranjou me deu saudade do tempo que eu morava sozinho e escolhia as minhas ‘secretárias do lar’.

De todas as que eu tive, me veio à mente uma em especial... Creonice. É com erre mesmo. Ta, concordo, o nome deixa a desejar.

Não posso dizer que era bonita, mas também não era feia. Filha de índia com negro, ela tinha os cabelos negros e lisos e a cor do chocolate. Tinha as feições finas. A pele tinha com um brilho acetinado e parecia que tinha sido retocada com photoshop, nenhuma espinha, estria ou marca, e macia como veludo, apesar do trabalho pesado que fazia.

Sem peitão ou bundão, ela tinha um conjunto harmônico. Seus seios pareciam duas pêras, suas auréolas eram estufadas, mas o menor toque se retraiam e liberavam os bicos ansiosos para serem sugados. Corpo definido sem ser marombado, pernas bem torneadas e o ponto alto... a bundinha...

Como era linda aquela bundinha. Redondinha, durinha. Uma tentação.

Creonice, na época tinha vinte e poucos anos e normalmente trabalhava de shortinho, até que bem comportado para os padrões de hoje, mas que dava bem noção do que estava por baixo.

Ela já trabalhava para mim há mais de cinco meses e nunca havia rolado nada. Mas eu sempre de olho.

Porém, um certo dia cheguei mais cedo do trabalho e após tomar meu banho fiquei na sala admirando o meu objeto de desejo, enquanto ela terminava o trabalho.

Eu estava tão absorto despindo-a em minha mente que a Creonice notou e perguntou, sem parar com o serviço:

- O que foi seu Carlos, está tudo bem? O Sr. parece distante.

- Sim está. É... Eu estava pensando como o seu marido é um cara de sorte...

- Sorte? Por que? Ela perguntou curiosa.

- Por ter casado com uma mulher com uma bundinha tão maravilhosa. Ele deve se fartar.

- Que isso seu Carlos? Me respeite, pois sou mulher casada. E, além disso, meu marido nunca chegou aqui perto. Aliás, nem ele e nem ninguém.

O rumo da conversa já estava me deixando em ponto de bala e depois da revelação de que aquele anelzinho era intocado, virgem, fiquei maluco de desejo.

- Não acredito que ele nunca tentou penetrar nessas carnes. Com certeza ele tem algum problema.

- Não tem problema nenhum. Ele só nunca tentou. E eu também não sei se ia deixar, pois deve doer muito...

- Só dói se o cara não souber fazer. Ai sim pode ser doloroso, mas posso garantir que se for bem feito, depois que você provar vai pedir bis. Vai a passar a dar com prazer.

- Imagine se alguém pode sentir prazer dessa for...

Antes que ela terminasse a frase, eu já a estava encostando o meu pau duro na bundinha dela, pois ela estava de costas para mim limpando a mesa. E sem agarra-la, dei um beijo no seu pescoço, para ver qual era a reação dela.

Ela estremeceu e se arrepiou, mas se afastou rapidamente e perguntou:

- Que é isso, seu Carlos? Ai que vergonha...Sou casada... O que o Sr. pretende fazer?

Não era a reação que eu esperava. Pedi desculpas, que isso não iria acontecer novamente, mas se ela não quisesse mais trabalhar para mim eu iria entender. Ela respondeu que iria pensar. Ela terminou o serviço e foi embora.

Na semana seguinte ela estava de volta e não tocamos mais no assunto. Passadas algumas semanas cheguei novamente mais cedo e ela estava mais deliciosa do que nunca. Lá estava eu admirando aquele rabinho balançando enquanto ela limpava as janelas, quando ela puxa conversa.

- Sr. Carlos, o Sr. lembra daquele assunto...

- Sim, eu lembro. Você ainda está aborrecida?

- Não. A gente acaba até ficando vaidosa por ser desejada, mas fiquei meio curiosa.

- Com que?

- O bumbum não foi feito para isso, então como pode dar prazer. Minha prima diz que dói muito...

- Já te falei, só dói se o cara não souber fazer. Huum, você vai dizer que nunca sentiu vontade de experimentar.

- Para falar a verdade, a gente acaba ficando curiosa... Mas tenho medo... Eu e meu marido estávamos vendo um filme erótico e teve cena de sexo anal e perguntei se ele já tinha feito aquilo e ele disse que não, pois acha sujo.

- Vai me desculpar, mas seu marido é um mané. Acidentes acontecem, mas lavou ta novo e o prazer proporcionado é insuperável.

- Será? Mas minha prima...

- Já te falei, só dói se o cara não souber fazer. Se você experimentar vai gostar. Pode ter certeza...

- Mas meu marido nem quer tentar.

- Bem... Eu ficaria honrado em lhe introduzir nessa modalidade de prazer.

- Sei não... Sou casada. Não quero trair meu marido.

- Mas isso não seria uma traição. Veja como sendo uma aula...

- Lá isso é... Mas jura que não vai me machucar?

- Tem a minha palavra!

- Então eu deixo, mas só um pouquinho para eu experimentar.

- Mas fala a verdade... Você realmente nunca sentiu uma pica entrando no rabo?

- Não, nunca.

- Então vou te dar o tratamento especial para iniciantes.

Não preciso dizer que a essa altura já estava com o pau duro que nem rocha. Levantei-me e fui em sua direção. Levei-a pela mão para o banheiro, a despi lentamente. Tirei sua blusa, o sutiã, o short e por fim a calcinha e dei-lhe banho. Lavei cada pedacinho daquele corpo maravilhoso, dando atenção especial ao anelzinho, que já dava sinais de excitação, piscando, quase que mordendo meu dedo enquanto eu passava o sabão.

Fomos para cama, coloquei-a de quatro na beira da cama, fazendo com que ela apóia-se a bundinha sobre os calcanhares, coloca-se o rosto no travesseiro e com as mãos abrisse as duas metades daquela maravilha. Nessa posição ela ficou a minha mercê, deixando a xana e o anelzinho a minha disposição.

Acariciei-a desde o pescoço até a bunda. Depois beijei-lhe as bochechas da bunda.

De joelhos, passei a chupar-lhe a xana e com meu dedão comecei a brincar com o redondo, ora passando o dedo de leve, ora fazendo um pouco de pressão. Quando ela já estava no ponto, coloquei um pouco de endocaína no meu dedo indicador e o passei em suas pregas. Coloquei um pouco mais e desta vez coloquei, delicadamente, a endocaína lá dentro.

- O que você colocou aí? Ta uma sensação diferente. Senti o dedo entrar, mas não doeu.

- É uma pomadinha mágica para ajudar a você relaxar. Quando eu botar meu dedo mais grosso, vai ser a mesma sensação.

Então, levantei-me e meti-lhe a pica na xana para ver se ela já estava realmente no ponto.

A dúvida se dissipou na hora. O pau saiu encharcado, chegando a pingar.

-Ai não! É só do meu marido. Não quero trai-lo. Ela reclamou...

-Calma! Só estou lubrificando o meu pau. Já vou chegar lá.

Para não correr risco de machuca-la, passei bastante lubrificante e encostei a cabeça do pau na portinha. Ela estremeceu. Ela se contraiu.

- Relaxa! Tem que relaxar.

Alisei, novamente, suas costas. Exerci um pouco de pressão e a cabeça foi engolida.

O primeiro esfíncter já estava dominado. Fiquei alguns segundos ainda só com a cabeça dentro para ela se acostumar ao intruso.

O segundo não ofereceu resistência e enfiei o restante, lentamente, até meus pentelhos roçarem na bunda.

- aaaaiiiiiiiiii!!!!!! Ela gemeu.

Já ia perguntar se tinha doído, quando ela completou:

- Que sensação maravilhosa!!!! Nunca senti nada igual! Vai, não para, me faz gozar... Me bate...Me enche de leite!!!

Então lhe agarrei pelos cabelos, dei-lhe algumas palmadas e comecei a dar estocadas um pouco mais rápidas.

Ela que estava até então mais ou menos estática, começou a mexer os quadris e a vir em minha direção fazendo com que eu entrasse cada vez mais fundo. Ela grunhia, gritava, falava coisas sem nexo, tudo abafado pelo travesseiro no qual ela enfiou o rosto.

Quando eu ia passar o braço por baixo de seu corpo para brincar com o grelhinho, ela gozou. Ela arfava, tremia sem controle e se contraia apertando meu pau que latejava dentro dela e por fim gozei também.

Tirei o pau e em fração de segundo suas pregas voltaram a se fechar, enquanto o meu leite escorria para fora. Um creampie clássico, como diriam os americanos.

- E então, doeu ? Gostou?

- Uau!! Nunca tinha gozado dessa maneira. Parece que tomei um choque.

- Agora só não vá dar bandeira com seu marido e ficar toda oferecida.

- É ruim, hein! Aquele mané, como você disse, nunca quis e não vai ser agora. Meu rabinho é só seu, pelo tempo que você quiser...

Depois daquela tarde, ela que costumava a chegar para fazer a faxina semanal por volta das 8:30h passou a chegar às 7 horas só para poder me dar a bundinha antes de eu sair para o trabalho.

Como eu deixava uma chave de reserva escondida no corredor do andar, ela a pegava, entrava e na maioria das vezes eu acordava com ela nua me fazendo um boquete.

Ela passou a comandar o show. Virou exímia amazonas, cavalgando o meu pau com maestria.

Depois de algumas vezes, ela já não quis mais a “pomada mágica”, bastava o lubrificante.

Com o passar do tempo, nem o lubrificante. Ela enfiava os dedos na xana molhada e lubrificava minha pica. Isso era o suficiente.

Viciou... Minha culpa.

E assim foi durante dois anos, até eu ser transferido para outro estado.

E ela só me dava a bundinha. A xana era só do marido. Posso dizer que ela era fiel com a xana.

FONTE: http://www.casadoscontos.com.br/texto/200905835
 
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